Terça-feira, 30 de Abril de 2013

NO DIA DA MÃE

NO DIA DA MÃE

Prosa e Poesia (Índice): ,

publicado por canticosdabeira às 18:07
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 22 de Abril de 2013

VIVA O 25 DE ABRIL

Livro Aberto 2

Prosa e Poesia (Índice):

publicado por canticosdabeira às 17:33
link do post | comentar | favorito
Sábado, 29 de Dezembro de 2012

UM ANO NOVO DE BENÇÃOS

TUDO DE BOM PARA TODOS VÓS

2013

Ao chegar mais um ano, abre-se a porta

pra vir cumprir mais um na sua lida.

Há neve no Presépio que conforta

a terra que precisa ressurgida…

 

A mensagem secreta que transporta

não revela a ninguém… A si unida

é como traga dentro uma alma morta

sem poder expressar a sua vida…

 

Todos o temem pela austeridade

duma crise de mais dificuldade,

por muito tempo ter andado à nora…

 

Se ele vai ser um ano de mistério…

meu Deus,faz dele um santo Ministério,

até que ultime a derradeira hora!

Clarisse Sanches

Prosa e Poesia (Índice): ,

publicado por canticosdabeira às 10:35
link do post | comentar | favorito
Domingo, 23 de Dezembro de 2012

COMO JESUS QUER

TENHA UM NATAL DE AMOR E FÉ

VISITA DE NATAL

Quando caía a neve em farrapinhos,

Jesus quis vir à Terra observar

Com os seus próprios olhos e pezinhos,

Como o Natal estavam a passar.

 

Viu, então, muita gente a “festejar”…

Natal, enchendo bem os seus “papinhos”

Tanta criança pobre e a chorar

E velhos sem conforto e sem carinhos.

 

Jesus subiu, depois, mais triste ao Céu

E disse ao encontrar-se com Maria

No átrio do Jardim Celestial:

 

 - O mundo, minha mãe, não aprendeu

A lição que lhe dei na estrebaria,

Pois desvirtua muito o meu Natal!...

Clarisse B. Sanches

Prosa e Poesia (Índice): ,

publicado por canticosdabeira às 12:26
link do post | comentar | favorito
Sábado, 22 de Dezembro de 2012

NATAL

DESTAK |19 | 12 | 2012   23.32H
João César das Neves | naohaalmocosgratis@ucp.pt
N A T A L
O mundo está de luto, mas vestiu-se de festa. O tempo perdeu a esperança, mas ainda celebra. Não se vê saída, mas é Natal. Anúncios, iluminações, prendas, jantar, votos são iguais. Nós é que estamos diferentes. Apetece-nos queixar, protestar, revoltar-nos, pedir, chorar. Não queremos festa, não podemos celebrar, mas é Natal. 
Assim não devia haver Natal. Não há dinheiro para anúncios e iluminações. Não podemos pagar prendas, jantar e votos. Não há condições para haver Natal. Apesar disso há Natal. Outra vez Natal. Porque o Natal não depende de nós. O Natal não acontece quando dá jeito, quando estamos preparados, quando é conveniente. 
O Natal não é quando um homem quiser. Aparece simplesmente, inesperadamente, inconvenientemente. Foi assim da primeira vez. É assim todos os anos. No primeiro Natal «não havia lugar para eles na hospedaria» (Lc. 2, 7). Este ano não há disposição para festas. Ao fim de tantos anos continua a não haver lugar. 
No entanto, volta a ser Natal. O Natal insiste em acontecer, mesmo que não dê jeito. O Natal compreende que não tenha lugar. Não se queixa, não protesta, não se revolta, não pede ou chora. Limita-se a passar adiante e a acontecer na mesma. 
Porque o Natal não depende de nós. Depende do Céu. Só o Céu pode fazer o inesperado, o inacreditável, o impossível. Só o Céu pode fazer o Natal. Vindo o Natal de fora do mundo, é compreensível que não dê jeito, que seja inoportuno, inconveniente. 
Mas quando acontece o impossível, que interessa o resto? Qualquer que seja a situação e a conjuntura, só o Natal conta.
-------------------------------------------
Gostei muito deste texto. Também eu teria algo que contar sobre o meu Natal em família. Apenas digo: Um cão veio representar os meus familiares...  Ele é meigo e muito inteligente.
C.B.S.
Prosa e Poesia (Índice): ,

publicado por canticosdabeira às 17:13
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2012

ANSEIO DE NATAL

ANSEIO DE NATAL

Quero ser a mais pobre criatura

E a mais triste que a Terra até comporta;

Ser mesmo aquela que ninguém conforta

E vive a sua cruz numa clausura.

 

 

Quero ser a mais simples e obscura,

Morar numa barraca, isso que importa?

Se preciso pedir de porta em porta

E abrigar-me na rua da Amargura!

 

 

Quero ser a mulher mais humilhada…

Que vagueia no mundo e retirada

Das orgias e festas de Natal.

 

 

Mas, Jesus, não me negues esta dita;

Deixa-me ser, na noite mais bonita,

A candeia da luz do Teu curral!

 

Clarisse B. Sanches

Prosa e Poesia (Índice): ,

publicado por canticosdabeira às 11:02
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Quarta-feira, 2 de Maio de 2012

NO DIA DA MÃE

NO DIA DA MÃE

Prosa e Poesia (Índice): ,

publicado por canticosdabeira às 14:37
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011

CÂNTICOS DA BEIRA DESEJA A TODO MUNDO

 

Prosa e Poesia (Índice): ,

publicado por canticosdabeira às 09:14
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 10 de Junho de 2008

LUÍS DE CAMÕES

  

             Estátua do poeta na Praça Luís de Camões (Bairro Alto, Lisboa) 

  VIVA PORTUGAL    -   10 DE JUNHO de 2008

  

Camões, não há ninguém, mesmo ninguém

Que se possa irmanar ao teu valor.

Se naufragaste p’lo Camboja além

Em Macau foste, até provedor-mór.

 

E ali és um valente e nadas  bem.

Ergues na mão teu “canto”, com fervor;

Perdes um olho em Ceuta, um lutador

Que pela Pátria dá tudo o que tem.

 

Gravaste a nossa História; empobreceste!

Camões és o Maior, p’lo que escreveste!

Sem ti – meu Portugal – quem te prejecta?

 

Alma minha gentil” se longe soa…

Estás acima de qualquer “Pessoa”…

Que se prese de ser um bom Poeta!

 C.B.S.

                                 ......................................................................................

O HINO NACIONAL  - A PORTUGUESA 

letra de: Henrique Lopes Mendonça

                                                            Música de: Alfredo Kéil

 

Heróis do Mar, nobre povo

Nação valente e imortal

Levantai hoje de novo

O esplendor de Portugal

 

Entre as brimas da memória,

Ó Pária sente a voz

Dos teus egrégios avós

Que há.de guiar-te à vitória

 

Às armas, ás armas!

Sobre a terra sobre o mar.

Às armas, às armas!

Pela Pária lutar

Contra os canhões marchar, marchar!

 

 Desfralda a invicta Bendeira 

 À luz vida do do teucéu!

 Brade a Europa à terra inteira:

 Portugal não pereceu.

 

Beija o solo teu, jucundo,

O oceano a rugir de amor

E o teu braço vencedor

Deu nivos mundos ao mundo.

Às armas, às armas...  

 

Saudai o Sol que desponta

Sobre o ridente porvir,

Seja o eco de uma afronta

O sinal de ressurgir.

 

Raios dessa aurora forte

São como beijos de mãe,

Que nos guardam nos sustêm,

Contra as injúrias da sorte

 

                  Às armas, às armas...

                                    ``

 Nota: Era assim a Portuguesa que cantávamos assiduamente na noss Escola Primária, de que ainda tenho na memória.

 

Prosa e Poesia (Índice): ,

publicado por canticosdabeira às 07:58
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 2 de Maio de 2008

NO DIA DA MÃE

  Haver o dia da mãe

  Para melhor se estimar,

  Não devia, penso eu;

                    Porque a mãe também não tem

                    Dia certo para amar

                    Os filhos que Deus lhe deu!

 A nossa progenitora

Tem  na alma uma guarida

 De extrema dedicação!

                    Sempre a dar-se a qualquer hora,

                    Faz do seus filhos a Vida

                    Que lhe alenta o coração!

 Portanto, não marques dia

 No calendário do mundo

 Para a mãe ser assistida...

                    Velhinha, dá.lhe alegria

                    Com o teu amor profundo,

                    Sem conta peso e medida.     

Prosa e Poesia (Índice): ,

publicado por canticosdabeira às 14:49
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Sobre a autora

Novidades

MOTES DE ALEIXO
E
GLOSAS DE CLARISSE

Selo do Blog


Clarisse Barata Sanches

(Usa Ctrl+C p/copiar
e Ctrl+V p/colar
o selo no seu blog)

Prosa e poesia (por título)

NO DIA DA MÃE

VIVA O 25 DE ABRIL

UM ANO NOVO DE BENÇÃOS

COMO JESUS QUER

NATAL

ANSEIO DE NATAL

NO DIA DA MÃE

CÂNTICOS DA BEIRA DESEJA ...

LUÍS DE CAMÕES

NO DIA DA MÃE

Prosa e Poesia (por mês)

links

favoritos

A PÁTRIA PORTUGUESA

Outras visitas


Prosa e Poesia (Meus Livros)



Clarisse Barata Sanches
Mais de 12 livros publicados:

Primeiro livro
Cantei ao Céu e à Terra
1983
(Poesias)

Segundo livro
Gracita Flor da Saudade
1985
(Poesias e Memórias)

Terceiro livro
Luz no Presépio
1985
(Poesias)

Quarto livro
Quadras do Meu Outono
1989
(Poesias)

Quinto livro
Hinos da Tarde
1994
(Poesias)

Sexto livro
Arca de Lembranças
1997
(Memórias)

Sétimo livro
Cartas para o Céu
1998
(Poesias)

Oitavo livro
Góis e Seus Poetas
1999
(Poesias - Antologia)

Nono livro
Góis e Seus Poetas
2000
(Poesias - Antologia)

Décimo livro
Murmúrios do Ceira
2002
(Contos e Narrativas)

Décimo primeiro livro
Sonhos da Alma
2004
(Sonetos)

Décimo segundo livro
Rosários de Amor
2008
(Poesias)

Motes de Aleixo e Glosas de Clarisse

Prosa e Poesia (Pesquisa)

 

De Clarisse Barata Sanches

Rosários de Amor

Dedicatória:
Aos “Rosários de Amor”


Boa amiga Clarisse,
Converti-me aos seus Amores.
São lindos os versos-flores!
Chorei... Queria eu que visse...

Não sei que “frio” me toma,
Ao ler tamanha beleza...
Não é frio, com certeza,
É o amor que me assoma.

Beijadas por andorinhas,
Se fazem as suas linhas,
Com glória, honra em flor.

Solta-se o “Grito de Paz”,
E ninguém mais o desfaz
Nos ”Rosários de Amor”.

Rosa Silva (“Azoriana”)
Angra do Heroísmo
2008/04/07

SAPO Blogs
RSS