
Olá, caríssima Amiga,
Com tão modesta cantiga,
Eu lhe quero agradecer
As seis sextilhas tão belas
A recordarem-me estrelas
Que no Céu… Deus fez tecer!
Ao Amigo Jorge Vicente,
Que sem conhecer a gente
Dedica-nos atenção
Para darmos azo ao Estro,
Ate me lembra um Maestro
Com a batuta na mão.
Também merece elogios
Pelos nossos desafios.
No seu Fri-Luso legal…
Deus lhe dê muita saúde
E a nós alguma virtude
Pra alindarmos o jornal!
Quanto à bibliografia,
Isso virá qualquer dia
Meus dotes não são de espanto.
A Musa, às vezes, também,
Não responde e nem lá tem
Algo que alegre o meu canto.
A Rosa, sim, tem que conte,
Jorra como água da fonte,
Fresquinha lá da Serreta…
E como ando triste, aqui,
Achei graça ver ali
Uma linda violeta!..
Para si vou-lhe mandar
Se Jorge Vicente deixar
Duas rosas, em botão.
Bem merece a Poetisa
Que o nome tem por divisa
E um tão nobre coração.
C.B.S.
O meu Computador esteve doente 7 dias. Apesar de algumas boas vontades, quem me valeu foi o Filipe Coimbra, da Jorinfe. Afinal, eu tinha a terapia em casa , um CD de recuperação, mas quem não sabe, é como quem não vé. Tive uma alegria enorme e o Filipe também foi contente com o meu livro "Rosários de Amor". Muitas felicidades, Filipe, pela vida fora. C.B.S.

MOTES DE ALEIXO
E
GLOSAS DE CLARISSE

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