Quinta-feira, 31 de Março de 2011

NO CÉU NÃO ENTRA ALGUÉM

 

                                       QUE DEVA A DEUS...

 

 

                                Baronesa 

 

 

   Por vezes eu medito de alma em reza:

   Numa vida passada o que faria

   De mal para viver, dia após dia,

   Numa ansiedade, pena e incerteza?!

 

 

    Quem sabe se fui uma Baronesa?!

    Uma mulher que teve a ousadia

    Do simples desprezar por ufania,

    Vangloriando-se ainda da proeza?

 

 

    Quem sabe se fui homem lutador,

    Chefe duma Nação, grande senhor

    Que quis armar, sem fé, vassalos seus?

 

 

    Portanto, me terei de conformar:

    Quem deve terá – sempre – de pagar…

   - No Céu não entra alguém que deva a Deus!

 

     C.B.S.

 


publicado por canticosdabeira às 15:23
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3 comentários:
De canticosdabeira a 10 de Abril de 2011 às 17:33
Minha Querrida Amiga Rosa Maria
Permota Deus que todos estejam bem de saúde
Muito grata pela sua lembrança e agradeço o seu cuidado. Não tenho andado bem de saúde, não. São umas coisas atrás de outras. O nosso contrato ainda está de pé. Por estes dias vou escrever se Deus quiser, É Rua Jacinto Cândido não é? Estou a acabar os trabalhos para fazerà tal exposição, Mas ainda não sei se corre bem a meu gosto. O Blogue já est á melhor um bocadinho. O Sapo ajudou-me um pouco, mas foi depois um técnico de Coimbra que o tornou melhor. O seu já está bom? Deus queira que sim.

Até breve , minha amiga e Deus queira que tudo lhe corra bem sobra a publicação do seu livro.Um grande beijinho da sempre amiga

Clarisse



De Azoriana a 11 de Abril de 2011 às 21:00
Não é Jacinto Cândido. É:
Canada dos Folhadais, 69
São Pedro
9700-202 Angra do Heroísmo

Por cá está tudo bem. Tenho sonhado com a Clarisse por isso andava em cuidados. Agora estou mais tranquila.

Beijinhos


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Boa amiga Clarisse,
Converti-me aos seus Amores.
São lindos os versos-flores!
Chorei... Queria eu que visse...

Não sei que “frio” me toma,
Ao ler tamanha beleza...
Não é frio, concerteza,
É o amor que me assoma.

Beijadas por andorinhas,
Se fazem as suas linhas,
Com glória, honra em flor.

Solta-se o “Grito de Paz”,
E ninguém mais o desfaz
Nos ”Rosários de Amor”.

Rosa Silva (“Azoriana”)
Angra do Heroísmo
2008/04/07

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