Segunda-feira, 15 de Outubro de 2012

FUI NA VIDA AQUILO QUE DEUS QUIS

 

 Ao Prezado Amigo e distinto escritor e Director da Comarca

 de Arganil,António Lopes Machado, agradecendo-lhe o seu

                belo livro “As  Últimas Crónicas” . 

 

 

 

Há quem me chame,às vezes,professora

E eu fico um bocadinho embaraçada…

Mas logo rectifico: não, senhora!

No exame, sim, distinta e aprovada.

 

 

Eu tinha a minha mente bem formada

Para seguir estudos nessa hora

Mas Coimbra tinha longe aquela estrada

Para ali me fazer uma doutora.

 

 

Ninguém pode fugir ao seu destino

Num tempo bem difícil para ensino;

Na loja, cedo tive de lutar.

 

Eu fui na vida aquilo que Deus quis;

Ajudei minha mãe e fui feliz

No modo de escrever e de sonhar!

 

Prezado Amigo António Lopes Machado

Gostei muito destas suas Crónicas, que espero não sejam as últimas…

A sua cabeça lembra-me uma Enciclopédia de ensinamentos e convida-nos a viajar por longes terras, a conhecer pessoas e a saber como sempre pugnou pelo bem da nossa região.

Homens como António L. Machado são hoje bastante raros, que dedicou a sua vida a Bem duma Sociedade onde tinha as suas raízes. Quem havia de dizer que na Eira Velha se criava um lutador pelo bem comum, instruído, culto e amigo de conviver com toda a gente.

Grata pela sua valiosa oferta que li com muito gosto e apreço. Até a Judite o leu primeiro do que eu e gostou também. Talvez eu ainda venha a publicar um pequenino livro. Vamos lá ver se Deus ajuda. Pelo menos já tem nome: “Motes de Aleixo e Glosas de Glarisse. Ah, mas não vai ser obra de valor, e nem parente, como a sua. Lá irá ter se assim acontecer.

Votos de boa saúde, continuidade na escrita e felicidades para a Comarca de Arganil.

 

Clarisse B. Sanches


publicado por canticosdabeira às 10:09
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Dedicatória:
Aos “Rosários de Amor”


Boa amiga Clarisse,
Converti-me aos seus Amores.
São lindos os versos-flores!
Chorei... Queria eu que visse...

Não sei que “frio” me toma,
Ao ler tamanha beleza...
Não é frio, concerteza,
É o amor que me assoma.

Beijadas por andorinhas,
Se fazem as suas linhas,
Com glória, honra em flor.

Solta-se o “Grito de Paz”,
E ninguém mais o desfaz
Nos ”Rosários de Amor”.

Rosa Silva (“Azoriana”)
Angra do Heroísmo
2008/04/07

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