Domingo, 14 de Outubro de 2012

NAS FASES DA LUA

 

               OUVINDO A VOZ DO LUAR                                    

 

                          

 

 

Ouço tanta loucura, e juramento

De ternura que não será cumprido

Ao som de serenatas e ao relento

Eu digo sempre: o mundo está perdido.

 

 

E nas cálidas noites de Verão,

O meu luar é doce companheiro

Que até faz comover o coração,

Mas não tão lindo como o de Janeiro!

 

 

 Havendo chuva e frio, noite fora,

 Nada me afeta ver o chão molhado

 Se o Céu se faz escuro, nessa hora

 Estou dormindo ou brilho noutro lado.

 

 

Eu sempre fui a musa dos Poetas;

Milhões de versos eles me têm feito!

Sou “chama” de Romeus e Julietas,

Com paixões a vibrar dentro do peito.

 

 

Frágil também, eu sinto grande mágoa

Nas fases em que vou a minguar…

E logo fico de olhos rasos de água,

Por não me verem “cheia” e a brilhar!

 

(Inspirado no texto (Monologo da Lua, por Karikato)

Gentileza do saudoso Amigo Sr. Dr. Joaquim  Montezuma

 de Carvalho

 

Clarisse B. Sanches                             


publicado por canticosdabeira às 12:46
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Boa amiga Clarisse,
Converti-me aos seus Amores.
São lindos os versos-flores!
Chorei... Queria eu que visse...

Não sei que “frio” me toma,
Ao ler tamanha beleza...
Não é frio, concerteza,
É o amor que me assoma.

Beijadas por andorinhas,
Se fazem as suas linhas,
Com glória, honra em flor.

Solta-se o “Grito de Paz”,
E ninguém mais o desfaz
Nos ”Rosários de Amor”.

Rosa Silva (“Azoriana”)
Angra do Heroísmo
2008/04/07

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